terça-feira, 17 de Maio de 2011

Roupas de Pele

A verdadeira realidade

       Os animais passam as suas vidas em minúsculas gaiolas em condições deploráveis;

       Adquirem comportamentos neuróticos como auto-mutilação e canibalismo. Desenvolvem comportamento psicótico batendo a cabeça nas grades da gaiola e movendo-se furiosamente de um lado para o outro;

       Nascem com alterações genéticas, deformações e mutações dos órgãos internos e membros. A dieta artificial administrada é causadora de problemas digestivos. A permanência sobre a estrutura de arame das jaulas acarreta lesões e deformidades nas patas. Quando expostos permanentemente, ao ar livre, sofrem com as variações climáticas. O alto nível de stress é responsável por 20% da morte dos animais;

       São electrocutados, afixiados, envenenados, gazeados, afogados ou estrangulados;
        Em alguns locais, para que as peles fiquem intactas, corta-se a língua do animal deixado-o a sangrar até morrer;
        Em regiões onde usam armadilhas, pelo menos 1 em cada 4 animais capturado rói a própria pata na tentativa desesperada de se libertar. Os que conseguem escapar morrem pouco tempo depois por hemorragia, infecção, fome ou mesmo caçados por outros predadores em conseqüência de sua vulnerabilidade. 
       Os animais que não conseguem escapar sofrem por vários dias ou semanas. Presos acabam morrendo de fome, frio, desidratação ou atacados por outros predadores. Para não estragar a pele, aquele que ainda estiver vivo na armadilha é asfixiado com os pés.
       Pelo menos 5 milhões de animais como cães, gatos, pássaros, esquilos e até mesmo animais de espécies em vias de extinção são acidentalmente apanhados, mutilados e mortos nas armadilhas.

  Animais em vias de extinção pela extracção da sua pele

Ocelote
Nome científico: Leopardus pardalis
Dimensões: 90 a 130 cm
Peso: 10 a 16 Kg
Área geofráfica: Toda a América Latina excepto no Chile. Nos Estadus Unidos foi praticamente toda extinta
Habitat: Bosques tropicais, pântanos, campos, savanas e regiões alargadas
Alimentação: pequenos roedores mas também répteis e outros mamíferos
Tempo médio de vida: 13 a 17 anos
Leopardo das Neves
Nome científico:  Unecia Unecia
Dimensões: 60 cm (altura), 1.30 cm de comprimento
Peso: 45/55 Kg
Área geográfica: Ásia Central, China e Rússia
Habitat: Montanhas
Alimentação: Aves, roedores e pequenos mamíferos
Tempo médio de vida: 20 anos


Lontra
Nome científico: Lutra lutra
Dimensões: 60/90cm
Peso: 6/10 Kg
Área geográfica: Europa, Ásia, América do Norte e em toda a América do Sul
Habitat: Zonas húmidas, águas continentais
Alimentação: peixes, crustáceos, anfíbios, aves…
Tempo médio de vida: 6/8 anos

Postado por:
Beatriz Lopes

Jardins Zoológicos

Os Jardins Zoológico são espaços bastantes apreciados por miúdos e graúdos. Um Jardim Zoológico é um local onde vivem animais selvagens ou domésticos e que são exibidos ao grande público. A origem destes jardins remonta à milhares de anos, pois sabe-se que os seres humanos criam animais em cativeiro há pelo menos 25 mil anos. Pensa-se que a primeira colecção de animais foi efectuada pelos egípcios há cerca de 4 mil anos, colecção essa que abarcava, elefantes, felinos e muitas outras espécies de mamíferos. Também na China existiu há 3 mil anos um grande Jardim Zoológico denominado “Jardins da Inteligência”. Avançando muitos séculos (já no século XVIII) com o advento da Revolução Francesa, o Jardim Zoológico de Paris foi o primeiro Zoo a abrir ao público. Com a crescente urbanização e modernização das sociedades, diminuiu o contacto das pessoas com os animais, facto que certamente estimulou o crescimento destes espaços, bem como a sua crescente sofisticação em termos de meios para acolher as várias qualidades de animais.
Contudo a existência destes espaços não é consensual. Algumas correntes de opinião advogam que é um erro manter estes animais em cativeiro longe dos seus habitats naturais.  Para além disso, muitos destes animais estão mais expostos a problemas como o stress e a depressão, desenvolvendo comportamentos anormais que em meio natural dificilmente adoptariam (estas possíveis complicações deverão merecer toda a atenção dos técnicos que trabalham nos zoos).  Existem no entanto outras correntes de opinião que apoiam a manutenção dos Jardins Zoológicos, pois estes espaços ajudam na preservação de determinadas espécies em risco de extinção e desempenham um papel educativo junto das pessoas que deste modo ficam a conhecer melhor as diferentes espécies animais tornando-se assim mais sensíveis para a sua preservação. Enquanto cidadãos responsáveis, devemos respeitar e cumprir as regras de utilização destes espaços (algo que infelizmente nem sempre acontece), pois os animais não são “objectos” de adorno que existem unicamente para regalo dos nossos olhos. Devemos tentar compreender qual o seu modo de vida, que riscos correm, o que poderemos fazer no nosso dia-a-dia para a sua preservação. Se ajudarmos os animais a sobreviverem, estaremos a lutar pela nossa própria sobrevivência.

Postado por : Flávia Valente

O que é o Vegetarianismo?

O vegetarianismo é uma opção alimentar que proporciona uma forma muito agradável de se alcançar uma saúde plena. Vegetariano é alguém que se alimenta de vegetais, frutas, cereais, grãos e sementes, com ou sem o uso de laticínios e ovos. Os vegetarianos excluem o uso de todas as carnes animais, incluindo peixe e frango.

 Tipos de vegetarianismo:

Ovo-lacto vegetarianos – não consomem carne, peixe, moluscos ou crustáceos, em suma, não ingerem alimentos que resultem da morte de animais, mas consomem ovos e lacticínios.

Lacto-vegetariano - Este grupo de vegetarianos exclui os ovos da sua dieta por motivos de saúde, visto que os ovos contêm um elevado nível de colesterol. No entanto, não sentem necessidade de deixar de consumir lacticínios.

Ovo-vegetariano - Inclui na sua alimentação os ovos (geralmente de origem biológica ou criação extensiva), mas exclui o leite e todos os seus derivados. Muitos dos que excluem o leite da sua alimentação fazem-no por preocupações ambientais, compaixão pelos animais ou por motivos de saúde.

Veganos – Este grupo de vegetarianos, exclui a carne de animais, os ovos, os laticínios e o mel. Não faz uso de produtos animais como o couro, a seda, a lã, a gelatina (de origem animal), nem de produtos testados em animais. Não participa em espectáculos onde a exploração animal é motivo de entretenimento (circo, touradas, rodeios). O veganismo pode ser definido como uma forma de viver que busca excluir, na medida do possível, todas as formas de exploração e tratamento cruel de animais na alimentação, no vestuário e em qualquer outro fim. O repúdio às práticas cruéis inerentes à produção de lacticínios e à criação de animais e aves em unidades de produção intensiva (como os aviários), é provavelmente, a razão mais comum para a adopção do veganismo, mas muitas pessoas são levadas ao veganismo por razões de saúde e por questões ecológicas. As dietas veganas são as mais saudáveis de todas (do que a omnívora e do que a ovo-lacto vegetariana), reduzindo o risco de se vir a padecer de uma grande variedade de problemas de saúde.

Estatísticas:

Segundo a APMP (Associação Portuguesa de Medicina Preventiva) ser vegetariano é hoje uma opção saudável para cerca de 200. 000 pessoas em Portugal e para muitos milhões noutros países. Nos Estados Unidos da América, por exemplo, existem mais de 16 milhões de vegetarianos. São também inúmeros os vegetarianos famosos, entre eles Prince, Paul McCartney, Joss Stone, Bryan Adams, Jane Goodall, Alicia Siverstone, James Cromwell, J.M. Coetzee, Natalie Portman e Pamela Anderson, para além de muitos outros.
A ADA (Associação Dietética Americana) é a maior organização de profissionais da alimentação e nutrição a nível mundial. Esta associação é apologista de que as dietas vegetarianas são apropriadas em qualquer fase do ciclo da vida, incluindo a gravidez, o aleitamento, a primeira infância, a infância, a adolescência, a idade adulta e a terceira idade. O vegetarianismo também é indicado para atletas.
As pessoas que não comem carne são frequentemente mais saudáveis do que aquelas que a consomem. De acordo com a APMP (Associação Portuguesa de Medicina Preventiva), o risco médio de doenças cardiovasculares de um homem que come carne, ovos e produtos lácteos é de 45%, e de 15% para um homem que se abstém de comer carne. Contudo, o risco para um vegetariano que se abstém de carne, ovos e produtos lácteos é de somente 4%. O risco de cancro da próstata, mama e cólon é 3 a 4 vezes mais elevado em pessoas que consomem carne, ovos e produtos lácteos, quando comparados com os que ingerem com moderação ou não os consomem. Além disso, as mulheres vegetarianas têm ossos mais fortes e menos fracturas, e perdem menos massa óssea com a idade. Uma alimentação vegetariana equilibrada é normalmente mais pobre em colesterol e gorduras saturadas.

Razões para o Vegetarianismo:

Pela sua Saúde:
Nos últimos anos, extensivos estudos médicos têm provado que grande parte dos cancros, doenças cardiovasculares, diabetes, artrite, osteoporose, obesidade, impotência e doenças degenerativas, estão associadas ao consumo de carne e outros produtos de origem animal. A razão pode ser porque são frequentemente dadas aos animais hormonas, pesticidas e antibióticos que ficam no seu organismo e, consequentemente, no das pessoas que os consomem.
Ao adoptar uma alimentação vegetariana está a prevenir o aparecimento de uma série de doenças e, portanto, a assegurar uma vida longa e saudável.

Pelos Animais:
Está cientificamente provado que todos os animais com sistema a nervoso organizado (mamíferos, aves, répteis, peixes ...) têm, tal como nós humanos, a capacidade de sentir dor, medo, frio, calor, alegria, angústia, ansiedade, de manifestar o desejo de não morrer, de ter recordações e de agir intencionalmente. Todos os anos são mortos biliões de animais em Portugal que passam a sua curta vida confinados a espaços onde mal se podem mexer. Durante a viagem até aos matadouros os animais são transportados sem as mínimas condições de higiene e são empilhados uns por cima dos outros. Estas viagens decorrem durante muitas horas. Os animais não têm água nem comida. Chegados aos matadouros os animais são muitas vezes mal atordoados e mortos de uma forma cruel e desumana, estando ainda conscientes.
Ao reconhecermos que os animais têm o direito de não sofrer e o direito à vida, o vegetarianismo surge como uma opção natural que abdica da contribuição para o sofrimento animal. Pode não ser você a matar os animais, mas é você que financia a sua morte.
Pelo Ambiente: 
A produção animal é uma das maiores causadoras da poluição dos lençóis de água. Milhares de hectares de florestas são destruídos todos os anos para criar pastos para gado. Milhares de litros de água e cereais são gastos para alimentar o gado para consumo humano. Se todos estes gastos revertessem para os países de terceiro mundo, as pessoas não passariam fome.
Como ser vegetariano:

1) LEIA. Pesquise. Explore o assunto. Procure informações em livros e na internet.
2) REFLICTA. Pense a respeito dos animais, pense a respeito do seu corpo. Pense na Terra. Considere o impacto das suas escolhas alimentares.
3) CONVERSE. Fale com vegetarianos. Fale com não-vegetarianos. Faça perguntas. Compare pontos de vista.
4) DEFINA OBJECTIVOS. Aposte por exemplo com um amigo, que consegue ficar um mês ou dois sem comer no McDonald's. Veja como se sente com uma ideia como esta e como se adapta a um desafio destes.
5) COZINHE. Aprender a cozinhar pode ser muito interessante. Faça um curso de cozinha vegetariana ou compre livros de culinária vegetariana.Quanto mais receitas vegetarianas souber preparar, mais fácil será a sua adaptação pessoal ao vegetarianismo.

Lembra-te... todas as escolhas têm um resultado, a nossa vida está interligada à vida de tudo quanto existe: dos outros seres humanos, dos animais e do planeta!
                                                                                                                                              Postado por:
                                                                                                                                              Beatriz Lopes

terça-feira, 22 de Março de 2011

Razões para a proibição do uso de animais em circo:

  • os animais de circo sofrem uma vida inteira de maus-tratos. Estes não incluem apenas as formas desumanas de treino (em sua maioria com o uso de choques, chicotes ou bastões pontiagudos), mas também os espectáculos em si, onde os animais, por sofrerem agressões para um suposto aprendizado, se comportam como nunca se comportariam na natureza, apenas por um capricho do ser humano. Além disso, passam suas vidas em espaços muito pequenos e em constante transporte, circunstâncias que causam alto grau de stress  aos animais. E, para piorar a situação, muitas vezes não têm à disposição alimento de qualidade ou em quantidade suficiente.
  • os animais de circo expõem as pessoas a muitos riscos. Não é possível prever como um animal estressado irá reagir em uma determinada situação. Além disso, muitas vezes permanecem em instalações inadequadas e frágeis, expondo os funcionários do circo e a população em geral. Vários acidentes já foram documentados inúmeras vezes pela mídia, como o caso do menino de seis anos que, no ano de 2000, em Pernambuco, foi devorado por leões que não comiam há vários dias e estavam em local inseguro.
  • os animais de circo podem transmitir doenças aos seres humanos, visto que não existe vacinação eficiente para os animais selvagens.
  • os animais de circo estimulam o tráfico de animais selvagens ao redor do mundo, prática reconhecidamente cruel e criminosa.

quinta-feira, 17 de Março de 2011

Reflexão sobre as roupas de pele

O mercado de peles de animais é um dos mercados que ainda preocupa muito os ambientalistas, activistas e milhares de pessoas que abraçam essa causa contra o uso de pele de animais.
Os seres humanos não têm o direito de  torturar e matar outras espécies. Não têm o direito de infringir, desnecessariamente, dor e sofrimento aos animais.
O uso de peles de animais era, há milhares de anos, uma necessidade para garantir a sobrevivência de cada um. Hoje essa prática é por luxo e cómodo, é completamente desnecessária.
Muitas pessoas ainda desinformadas em relação ao processo cruel e duro que os animais são submetidos continuam a usar casacos e outro tipo de acessórios de pele. Outras, mesmo conscientes disso, usam peles de animais que, muitas vezes, é pela vaidade.
É possível protegermo-nos do frio e andarmos elegantes sem que seja necessário matar animais.
No Inverno toda a gente gosta de andar com roupas confortáveis e quentes. Com a evolução na tecnologia têxtil, nos dias de hoje, temos no mercado inúmeras escolhas de tecidos muito semelhantes às peles e couro de animais. Para quê fazer sofrer os pobres animais se estão disponíveis imensos tecidos que podem substituir as peles? Para além disso o tecido sintético tem uma maior durabilidade e um preço mais acessível, já para não falar do bem que estamos a fazer ao meio ambiente. Temos todos nós de nos capacitar que a pele de origem animal resulta de uma industria cruel e injustificável.

Industria de extracção de peles

Os animais passam a sua vida dentro de minúsculas gaiolas sem condições nenhumas.
Devido a essas mesmas más condições, os animais adquirem comportamentos como bater a cabeça nas grades e o canibalismo.
A dieta artificial que lhes é atribuída é causadora de problemas digestivos. Lesões e deformações nas patas devem-se à posição que são obrigados a estar. Para agravar a situação, os animais quando expostos ao ar livre sofrem com as variações climáticas. O alto nível de stress é responsável por 20% da morte de animais.

Para a extracção de peles, os animais são asfixiados, envenenados, electrocutados ou estrangulados. Em alguns locais, para que a pele fique intacta, cortam a língua do animal deixando-o sangrar até à morte.
Pelo menos 5 milhões de animais como cães, gatos, pássaros e até mesmo animais em via de extinção são mutilados e mortos nas armadilhas.

Afirmações como: O couro sintético é de baixa qualidade e a produção de couro polui menos que a produção de sintéticos, são falsas.
Muitas indústrias de calçados reconhecidas mundialmente pela qualidade de seus produtos têm linhas de calçados e acessórios feitos com couro sintético. São exemplos a Nike, Puma, Timberland e Diesel. 
Relativamente à produção que polui mais é, sem dúvida, a de peles de animais. As peles de animais são tratadas com substâncias químicas altamente tóxicas, que são despejadas em terras aráveis e rios. Segundo um estudo da Ford Motor, a produção de um casaco de peles de animais gera grande desperdício de energia em comparação com a confecção de um casaco de pele sintética: gasta-se três vezes mais quando o animal é pego em armadilha e quarenta vezes mais se o animal é criado em cativeiro.

Não uses pele verdadeira, opta pela sintética e farás toda a diferença!


Postado por:
Beatriz Barros

terça-feira, 1 de Março de 2011

Não use cosméticos testados em animais

Para termos uma pele mais macia, menos rugas, umas pestanas invejáveis e parecidas com as estrelas de cinema, milhares de animais são submetidos à tortura e a um sofrimento indescritível.
Imagina que os teus olhos e a tua pele serviam para testar químicos que provocam ardor, queimaduras, dor e feridas; imagina-te indefeso a mãos de pessoas que te provocavam um sofrimento deliberado, apenas para saberem se podiam usar um creme hidratante, e ...... imagina que essa violência nem sequer tinha razão de ser, porque a tua pele era diferente e reagia de modo diferente, não dando qualquer garantia de segurança para os produtos que fossem testados em ti.
A maior parte das grandes empresas de cosméticos e artigos de higiene pessoal testam os seus produtos em animais. Todos os dias usamos produtos como dentífricos, champôs, desodorizantes, sabonetes, artigos de beleza, produtos de limpeza para uso doméstico, produtos químicos que compõem as tintas, amoníacos, sprays, etc., que foram pagos com o sofrimento de milhares de animais.
O método "Draize" é um dos mais utilizados e consiste na aplicação directa dos produtos nos olhos de animais conscientes, para saber se são nocivos, ou não, ao homem. Não é dada anestesia nem nenhuma forma de aliviar a dor, porque poderia interferir nos resultados dos testes. No entanto, a cultura de células artificiais consegue prever estes resultados, uma vez que estes se dão a nível celular. Assim, este método, além de ser inútil, é extremamente cruel, causando um grande sofrimento nos  animais, acabando frequentemente por ficaram cegos.
Outros métodos utilizados incluem: a aplicação de produtos químicos na pele rapada dos animais e a ingestão de produtos altamente tóxicos. Este método designa-se por "Teste de Dose Letal". Consiste na determinação da dose de produto que é necessária para matar uma percentagem de animais forçados a ingeri-lo. Existem muitas maneiras e mais precisas de nos assegurarmos de que os produtos que utilizamos são inócuos. Devido à pressão dos consumidores, que cada vez em maior número se recusam a comprar produtos testados em animais, um número crescente de empresas (como é o caso da marca Gillette) está a substituir os animais por tubos de ensaio, programas de computador, voluntários humanos, pele humana artificial, produtos naturais e inofensivos e outros métodos que asseguram que os seus produtos não são nocivos às pessoas.”

A verdade é só uma: os animais não usam perfume,
não se pintam nem usam batom ou rímel,
não têm preocupações com envelhecimento,
não usam cremes, champôs ou desodorizantes,
então, por que razão têm eles de sofrer e morrer pela vaidade humana?

Postado por: Ana Rita Ferreira

terça-feira, 15 de Fevereiro de 2011

Abandono


   O abandono de animais domésticos é um problema que afecta cada vez mais os grandes centros urbanos ao redor do mundo, principalmente no ocidente.
  Em geral as crianças são as que mais se apegam aos seus animais de estimação, poucas são as crianças que não gostam da ideia de ter um animal de estimação. Normalmente os pais compram os animais para dar aos filhos esquecendo-se que animal necessita de vários cuidados e custos acrescidos o por vezes leva ao abandono dos mesmos. Outro problema que leva ao abandono dos animais é facto de quando as férias chegam é preciso arranjar uma solução para os seus fiéis amigos de companhia e quase sempre muitas destas pessoas optam pela decisão mais simples: O ABANDONO.






Um estudo realizado nos EUA em 12 casas revelou as causas do abandono dos cães e gatos:

Cães                                                                       
18,5% Suja a casa
12,6% Destrutivo fora de casa
12,1% Agressivo com pessoas
11,6% Tem o vício de fugir de casa
11,4% Activo demais
10,9% Requer muita atenção
10,7% Late ou uiva muito
9,7% Morde
9,7% Destrutivo dentro de casa
9,0% Desobediente                                                                                       Gatos
Suja a casa 37,7%
Destrutivo fora de casa 11,4%
Agressivo com pessoas 10,9%
Não se adapta com outros animais 8,0%  
Morde 8,0%
Requer muita atenção 6,9%
Destrutivo fora de casa 12,6%
Eutanásia por motivos de comportamento 4,6%
Não amistoso 6,9%  


  Não sejas mais um responsável pelo sofrimento de animais!
  Diz NÃO ao abandono!



                                                                                                    Flávia Vanessa Feio Valente